Estudemos estas dúas novas:
Novas da Galiza excluído novamente das ajudas aos medios escritos en galego
Segundo informa o último número do jornal soberanista, a Secretaria Geral de Meios rejeitou atribuir à empresa Minho Media SL, editora da publicaçom, ajudas «dirigidas a empresas que realizam publicaçons integramente em galego» com o pretexto de o jornal «nom estar escrito integramente em galego conforme a normativa oficial vigente, segundo informe da Secretaria Geral de Política Lingüística».
Máis info aquí: Portal Galego da Língua
Outro millón de euros para La Voz de Galicia
O DOG de hoxe (14 de Agosto) publica a relación de beneficiarios das axudas concedidas a empresas xornalísticas. O grupo Voz tocoulle, unha vez máis, o gordo. La Voz de Galicia lévase 996.195 €, Voz de Galicia Radio outros 8.249 € e Canal Voz:19.410 €. Outros agraciados son: Editorial Compostela: 179.886 €; La Opinión de La Coruña: 53.479 €; El País:158.336 €; La Región: 109.357; Rías Baixas de Comunicación: 43.132 €; Faro de Vigo: 397.357 €; El Progreso de Lugo: 180.478 €; Xornal de Galicia: 1.739 € ; SER: 12.011 €...
Extraído de: Chuza!Podedes mirar o DOG en cuestión aquí: www.xunta.es
Segundo informa o último número do jornal soberanista, a Secretaria Geral de Meios rejeitou atribuir à empresa Minho Media SL, editora da publicaçom, ajudas «dirigidas a empresas que realizam publicaçons integramente em galego» com o pretexto de o jornal «nom estar escrito integramente em galego conforme a normativa oficial vigente, segundo informe da Secretaria Geral de Política Lingüística».
Máis info aquí: Portal Galego da Língua
Outro millón de euros para La Voz de Galicia

A ideia nom é original, existindo projectos semelhantes um pouco por todo o mundo. Estám inspirados na fenomenal expansom da Mecca-Cola, um refrigerante que causou e causa furor nos países árabes, nomeadamente no Oriente Médio.
De forma paralela, este novo produto de selo exclusivamente galaico pretenderia socavar a imagem da Pepsi e da Coca-Cola, símbolos do modelo de consumo americano, contribuindo ainda para o financiamento de umha causa justa; neste caso, a promoçom da língua.
Um reduzido grupo de pessoas acabou de pôr em andamento a associaçom cultural Fontaira com o objectivo de gerar este novo produto em garrafas plásticas de 33 centilitros e meio litro. Contam com recursos suficientes para começar a distribuí-la em Agosto; a partir daí, reconhecem, o futuro do projecto dependerá do sucesso do próprio produto, de nome Galicola.
A marca lembra a superconhecida Mecca-Cola, um produto que chegou a distribuir-se no Estado espanhol através de umha ONG de solidariedade com Cuba, a Haydé Santamaría. Esta associaçom deixaria mais tarde a distribuiçom, que começava a desfrutar de certo mercado no mundo alternativo, segundo a imprensa empresarial por nom ter suportado a pressom dos meios que a relacionavam com a resistência árabe, ao ter aparecido de modo casual na instruçom do 11-M.
Porém, à diferença daquela, que só reserva umha parte do ganho a associaçons humanitárias que trabalham nos territórios palestinianos ocupados, a Galicola vai destinar todo o lucro à língua do país, que, segundo nos explica um dos promotores, está especialmente necessitada nestes momentos: «No movimento normalizador existem muitos projectos e muita mais gente a trabalhar da que havia há dez anos. Toda essa gente tem muitas ideias, mas a falta de dinheiro acaba por ser o pretexto para nom as levar adiante. Nom queremos que o dinheiro seja umha razom para nom avançar.»
Nom é umha empresa
A importáncia desta ideia que os criadores da Galicola querem transmitir é tal que figura em primeiro lugar entre os pontos incluídos nos princípios fundacionais. Traduzido, isto quer dizer que ninguém vai lucrar com o novo refresco, e todo o ganho (o que restar depois do pagamento dos custos de fabricaçom, distribuiçom e salários) será destinado ao movimento normalizador.
A vocaçom normalizadora da Galicola reflecte-se em que 5% de cada venda irá parar a um Fundo polo Galego, intocável, estejam como estiverem as contas gerais da Galicola. Desta maneira, «qualquer pessoa terá a certeza de que umha parte do que paga polo refresco acabará a financiar um festival, um meio de comunicaçom, umha associaçom polo idioma, umha escola monolíngüe, um centro social, umha campanha de sensibilizaçom...»
A forma de tornar possível esta colaboraçom será o Concurso Ángelo Casal (em homenagem a um mecenas da língua fusilado polo franquismo), que esvaziará, cada 17 de Maio, o Fundo polo Galego. Qualquer entidade sem ánimo de lucro que nom tenha ganho a anterior ediçom poderá apresentar umha única candidatura que defenda ora a sua actividade pró-normalizadora em termos globais ora umha actividade concreta em prol do idioma.
O destino que cada colectivo dará ao dinheiro recebido também será publicado com antecedência na página web da Galicola, para ser consultado por eventuais votantes ou participantes no concurso. A normativa (a etiquetagem fará-se em reintegrado) nom será um problema para participar, desde que as candidaturas sejam entregues dentro do prazo (entre Setembro e Dezembro).

- Galán di: No sé... no tendremos problemas con los ecologistas? mira que estos rojos dejaron una maraña de la leche ahí eh!
- E Feijoo máis crecido que nunca dille: Eso está feito, a tomar polo cú as conserveiras, as leiteiras e toda esa trapallada, para algo teño "amigos" con grandes empresas en Madri ou? -dille tonteando e devolvendolle a chiscadela de ollo de ántes-.




